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AUXÍLIO EMERGENCIAL! Acordo prevê no máximo 20 dias para análise do pedido

Medida deve frear número de ações que correm com pedido de análise

Um acordo judicial assinado na quinta-feira (28) estabeleceu o prazo máximo de 20 dias corridos para a análise de pedidos de auxílio emergencial em decorrência da pandemia do novo coronavírus.

O acordo tem validade para todo o país e foi assinado em uma ação civil pública aberta na Justiça Federal de Minas Gerais pela Defensoria Pública da União (DPU), ante diversos relatos de demora na avaliação dos requerimentos.

Além da DPU, assinaram o acordo a Advocacia-Geral da União (AGU), o Ministério da Cidadania, a Caixa Econômica Federal e a Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência (Dataprev), empresa pública que é a responsável por fazer o cruzamento de dados e prevenir fraudes nos cadastros.

No caso de aprovação do pedido feito pelo cidadão, a Caixa deve fazer o pagamento em até três dias úteis, contados a partir do recebimento dos recursos transferidos pela União, prevê também o acordo.

A DPU orienta que quem se enquadrar nas condições do auxílio, e tiver dificuldades para recebê-lo, pode buscar assistência jurídica gratuita nas unidades estaduais do órgão. Em nota, a AGU disse esperar que o acordo reduza o número de ações judiciais abertas em todo o país relacionadas à demora na análise dos pedidos de auxílio emergencial.

Ontem (29), por exemplo, uma liminar (decisão provisória) da Justiça Federal de Sergipe determinou que os pedidos de auxílio emergencial do estado nordestino sejam apreciados em, no máximo, cinco dias úteis. A providência havia sido requerida em ação civil pública aberta pela DPU, pelo Ministério Público Federal (MPF) e pelo Ministério Público do Trabalho (MPT).

A liminar de Sergipe determinou ainda que a União não exclua e nem retenha a análise de requerimentos do auxílio a familiares de pessoas presas. Os pedidos do tipo que se encontrem retidos devem ser liberados em 48 horas, diz a determinação judicial.

Em razão dos impactos econômicos da pandemia de covid-19, o auxílio emergencial, composto por três parcelas de R$ 600, está sendo pago a trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos, desempregados, integrantes do Bolsa Família e pessoas de baixa renda. De acordo com a Caixa, 57,9 milhões de pessoas já receberam o benefício.

COVID19 – Home office veio para ficar, mas empresas precisam estar atentas para cumprimento de regras

Isolamento social acelerou transição que já vinha se consolidando


O home office, ou teletrabalho, já era previsto na legislação trabalhista brasileira, regulamentado com a Reforma Trabalhista, em 2017. A sua adoção como formato de trabalho só cresceu desde então. Dados anteriores à pandemia comprovam a tendência. Segundo a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua Anual: Características Adicionais do Mercado de Trabalho 2012-2018, do IBGE, o número de trabalhadores em home office em 2018 bateu todos os recordes: 3,8 milhões de pessoas – um aumento de 44,% desde 2012, quando teve início a série histórica.

Ainda não há dados atualizados do número de trabalhadores que estão em home office na pandemia, mas o estudo Tendências de Marketing e Tecnologia 2020: Humanidade redefinida e os novos negócios (do Infobase e Institute for Technology, Enterpreneurship and Culture) dá uma pista: prevê crescimento de 30% do trabalho remoto no Brasil após a volta.

“Nós não temos respostas prontas para o porvir, mas a gente pode fazer conjecturas. As grandes epidemias e as guerras resultaram em um mundo transformado após a sua passagem e com essa pandemia não será diferente. Nas relações de trabalho, o home office já se instalou como uma realidade. Empresas que antes resistiam à sua implantação por entender que a proximidade dos líderes, pelo pressuposto da fiscalização do trabalho, tiveram que fazer isso sem muito pensar”, reflete Cyntia Possídio Lima, pós-graduada em Direito do Trabalho pela Fundação Faculdade de Direito da Bahia, mestranda em Direito pela UFBA e Conselheira da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção Bahia.

As mudanças mais ágeis, nesse contexto, vieram pelo caminho da legislação. “As Medidas Provisórias 927 e 936 trouxeram várias ações possíveis de aplicação pelas empresas para o enfrentamento da crise do coronavírus e manutenção do emprego, como flexibilização do home office, redução da jornada e dos salários e suspensão dos contratos de trabalho, com validade enquanto durar o estado de calamidade publica”, explica Karolen Gualda Beber, advogada especialista na área do Direito do Trabalho do escritório Natal & Manssur.

“Agora, a tendência é que as empresas que não implementaram ainda passem a adotar esse formato. As que já utilizavam é bem provável que aumentem o número de pessoas trabalhando em casa”, destaca Decio Daidone Jr, pós-graduado em Direito do Trabalho pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), professor e palestrante. Cyntia Possídio Lima concorda. “Uma vez que as empresas já identificaram que é possível manter a sua produção e atividade longe das suas dependências, não tenho dúvida que depois da pandemia o teletrabalho vai ser uma realidade. As empresas identificaram menos gasto com ar-condicionado, energia elétrica e outras estruturas físicas. Ao mesmo tempo em que os gastos operacionais do dia a dia são reduzidos, também há redução da necessidade de espaço, de pagamentos de aluguéis, entre outros”.

Os especialistas alertam, porém, que a transição terá de seguir regras. “Desde segurança e medicina do trabalho, parte tecnológica e registro em contrato e a maneira de fazer a gestão da relação desse trabalho”, enumera Decio Daidone Jr.

Confira as principais regras:

– A empresa que mantiver o sistema home office vai precisar fazer aditivos contratuais. O teletrabalho já está previsto na CLT (artigo 75 A a 75 E), trazendo as regras de como deve ser essa relação como, por exemplo, local, recursos, equipamentos, atividades a serem realizadas etc.
– Na transição do trabalho presencial para o home office, o vale-transporte pode ser retirado por não haver mais deslocamento, mas os demais benefícios são devidos, conforme o contrato de trabalho entre as partes.
– Na estruturação do home office, a empresa precisa ter especial atenção à medicina do trabalho, especialmente a ergonomia. Será necessário verificar como é o mobiliário usado pelo empregado, altura da mesa e cadeira, do computador, iluminação e ventilação, entre outros. A CLT diz que a empresa deve orientar o funcionário de forma ostensiva quanto a esses aspectos para que não ocorram problemas de saúde
– O equipamento usado também é de responsabilidade do empregador e os recursos necessários para sua viabilidade (tecnologia, energia elétrica etc.) devem ser reembolsados ou providenciados como ajuda de custo da empresa, mediante comprovação. Esses aspectos devem ser todos registrados em contrato.
– As demais questões operacionais (gestão do trabalho, do tempo, mecanismos de avaliação, supervisão e análise, métricas e outros aspectos da atividade) devem ser esclarecidas e formalizadas entre as partes com antecedência e, de preferência, por escrito.

PERFIL DAS FONTES

Cyntia Possídio Lima é bacharela em Direito pela Universidade Federal da Bahia – UFBA (1998). Pós-graduada em Direito do Trabalho pela Fundação Faculdade de Direito da Bahia. Pós-Graduada em Direito Tributário pelo Instituto Brasileiro de Estudos Tributários – IBET. Mestranda em Direito pela UFBA. Ex-Diretora Geral da Escola Superior de Advocacia da Bahia. Atualmente exerce o cargo de Conselheira da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção Bahia, para o triênio 2019/2021, e de primeira Vice-Presidente do IBDT – Instituto Bahiano de Direito do Trabalho. É sócia do escritório Castro Oliveira Advogados.

Decio Daidone Jr é graduado pelas Faculdades Integradas de Guarulhos, mestre em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), pós-graduado em Direito do Trabalho pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e pós-graduado em Direito Processual Civil pela UniFMU. É professor e palestrante.

Karolen Gualda Beber é advogada especialista na área do Direito do Trabalho com experiência em contencioso trabalhista, gerência de equipes, coordenação de pessoal, redação de peças processuais, realizações de audiências e sustentações orais. Formada pela Universidade Metodista de Piracicaba e pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho pela UNIRP (Universidade de São José do Rio Preto). É coordenadora da área trabalhista do escritório Natal & Manssur.

EMPREGOS AMEAÇADOS – Jovem Aprendiz vive dilema na pandemia, diz Israel Lessa

Durante os anos em que fui Superintendente do Trabalho em Alagoas, acompanhei a mudança na vida de milhares de adolescentes e jovens que foram incluídos no mercado de trabalho por intermédio do programa Jovem Aprendiz, uma importante política de qualificação profissional. Aliás, sou um entusiasta no assunto e construímos uma forte articulação com todos os envolvidos. Conseguimos dobrar o número de registros de aprendizes aqui em Alagoas.

Infelizmente, apesar de acreditar no poder de superação dos alagoanos, a crise decorrente da pandemia será muito forte. O fato é que muitas empresas reduzirão seus quadros por causa da pandemia e isso vai impactar na exclusão de centenas de jovens do mercado de trabalho no estado e, principalmente, aqui em Maceió.
É importante salientar que as empresas podem adotar medidas visando a manutenção dos contratos dos aprendizes, sem necessariamente realizar gastos com a folha de pagamento. Por exemplo, a suspensão dos contratos de aprendizagem por até 60 dias. O governo paga o Benefício Emergencial desonerando a empresa da remuneração do aprendiz.

Aliás, é sempre bom destacar que o contrato de aprendizagem é um contrato especialíssimo e possui várias diferenças do contrato com prazo indeterminado, esse normal que todos nós conhecemos. O aprendiz não pode ser demitido, sem um motivo legal, antes do término do contrato, que na grande maioria dos casos aqui em Alagoas é de 18 meses. Ele não pode ser demitido, nem se a empresa deixar de possuir a quantidade mínima de trabalhadores que lhe obriga a possuir a cota.

Importante destacar que a CLT prevê multas para essa irregularidade. Então, pode sair mais caro demitir o aprendiz, do que tomar as medidas legais para a manutenção do emprego e da renda em tempos de COVID-19.
Fala-se que o mundo não será mais o mesmo depois da COVID-19, e isso é verdade! Novos sistemas e ferramentas, serão adotados para a questão do aprendizado e da profissionalização dos jovens aprendizes. A inclusão de jovens no mercado de trabalho é um grande desafio. Para vencermos esses obstáculos, quer seja pela aprendizagem ou por outras políticas de inclusão, é necessário o interesse público. O Estado, nos níveis federal, estadual e municipal, precisa fazer a sua parte e estimular a contratação desse público sem prejuízo dos direitos trabalhistas e previdenciários.

Infelizmente, caso os governantes não tomem as medidas necessárias para o estímulo da economia, com a necessária cautela quanto a saúde da população, essa crise será desastrosa para a economia local. Penso que o turismo em Maceió é um dos setores fundamentais para o desenvolvimento de nossa economia. Esse setor, por exemplo, não somente em Maceió, mas no mundo, será substancialmente atingido. Por isso é preciso focar os esforços no controle dessa epidemia, o mais rápido possível. Você saberia responder quem em sã consciência lá do exterior vai querer passar as férias no país com o segundo maior número de casos de COVID-19 do mundo?
Por isso, é preciso política pública. Se houver política para o aquecimento da economia do turismo, por exemplo, os empregos serão mantidos e as cotas de aprendizagem, também.

Uma sociedade que não investe em sua juventude, já morreu. Nem precisa de pandemia para o sepultamento. Eu acredito na juventude. Mas não estou sozinho nessa jornada, assim como eu, a Federação das Indústrias, Federação do Comércio, SESI, SENAI, SESC, SENAC, CIEE, MPT, TRT, Auditores Fiscais do Trabalho… Enfim, todos nós acreditamos no jovem e na sua inclusão de forma qualificada por intermédio da aprendizagem.
A chance depois da pandemia é nossa! Se abandonarmos o jovem, estamos abandonando a nossa chance como sociedade de nos tornarmos melhores, como ser humano e como força de trabalho qualificada.

  • Israel Lessa é ex-superintendente do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE)

Hospital Regional Santa Rita entrega 11 leitos para pacientes COVID-19

O Hospital Regional Santa Rita e Maternidade Santa Olímpia – Palmeira dos Índios, entregou na manhã desta sexta-feira (29/05/2020) 11 leitos para tratamento de pacientes COVID-19, sendo 06 de UTI e 05 para internamentos clínicos. A área de isolamento COVID-19 foi montada e equipada no setor onde funcionava a antiga Emergência do HRSR.

Foi montada ainda uma área de isolamento para os casos de pacientes gestantes com COVID-19, com 05 leitos de enfermaria, 01 sala de parto normal. Já para os casos de extrema necessidade de parto cesariana, está liberada a sala “A”, do Centro Cirúrgico, que foi toda equipada exclusivamente para esses casos.

É importante destacar que o Hospital Regional Santa Rita prestará atendimento a pacientes de COVID- 19, contudo, não será referência para consultas desses pacientes. O Santa Rita será referência para INTERNAMENTO e esses pacientes ficarão isolados no setor próprio para o tratamento. Esses atendimentos ambulatoriais continuarão sendo feitos pela Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Palmeira dos Índios.

“O serviço que estamos oferecendo só foi possível após adaptações, remanejamentos e parcerias com o Governador de Alagoas – Renan Filho, através da SESAU – representada pelo secretário Alexandre Ayres, com a Prefeitura de Palmeira dos Índios por meio do nosso prefeito Júlio Cezar e também o secretário de saúde municipal – Diógenes Costa. Sem deixar de ressaltar as presenças do vereador Pedrinho Gaia e também da Deputada Estadual Ângela Garrote, e aos demais políticos que contribuem para que o Santa Rita consiga avançar cada vez mais”, disse o Dr. Pedro Gaia – Provedor do HRSR.

Pedro Gaia finaliza “Quero agradecer aos colaboradores do Hospital Regional Santa Rita e Maternidade Santa Olímpia. Dizer da minha sorte em tê-los junto comigo nessa batalha que estamos vivenciando contra o Covid-19. Mas, a nossa luta não é de agora. Estamos em busca de fazer o melhor pelo nosso hospital desde quando nos tornamos parte dessa instituição e fizemos dela nossa segunda casa. Obrigado por não me deixarem sozinho nesse momento de incertezas onde a única coisa que nos resta é ter fé e coragem para enfrentar as dificuldades sem nos deixar abater”, disse o Provedor.

COVID-19 – Laboratório realiza testes rápidos no drive-thru do Shopping Maceió

De forma segura e prática, o laboratório Labio Center realizará testes rápidos para detecção da Covid-19 (Nutriex Covid-19 e IgG/IgM), no drive-thru do estacionamento do Shopping Maceió. A coleta poderá ser feita de segunda-feira a domingo, das 8h às 17h.

O teste é um imunoensaio cromatográfico de fase sólida para a detecção rápida da presença de anticorpos IgG e IgM para a doença decorrente do novo coronavírus, na amostra de sangue total, soro ou plasma. O período mais apropriado para eficácia do teste é após o sétimo dia dos sintomas.

Os anticorpos IgM indicam infecção na fase ativa, pois são os primeiros anticorpos a surgir quando o vírus ou bactérias nocivas atacam o corpo humano. Já os anticorpos IgG, também uma resposta a vírus e bactérias, atuam na fase mais tardia da infecção.

As coletas e o pagamento das testagens serão realizados de modo que os clientes não precisem sair dos seus veículos, proporcionando mais segurança e conforto, com resultados em até 1 hora, que serão encaminhados via Whatsapp.

Para mais informações, entrar contato por meio do número: 82 99693-9278.

COVIDE-19: laboratório realiza testes rápidos no drive-thru do Shopping Maceió

De forma segura e prática, o laboratório Labio Center realizará testes rápidos para detecção da Covid-19 (Nutriex Covid-19 e IgG/IgM), no drive-thru do estacionamento do Shopping Maceió. A coleta poderá ser feita de segunda-feira a domingo, das 8h às 17h.

O teste é um imunoensaio cromatográfico de fase sólida para a detecção rápida da presença de anticorpos IgG e IgM para a doença decorrente do novo coronavírus, na amostra de sangue total, soro ou plasma. O período mais apropriado para eficácia do teste é após o sétimo dia dos sintomas.

Os anticorpos IgM indicam infecção na fase ativa, pois são os primeiros anticorpos a surgir quando o vírus ou bactérias nocivas atacam o corpo humano. Já os anticorpos IgG, também uma resposta a vírus e bactérias, atuam na fase mais tardia da infecção.

As coletas e o pagamento das testagens serão realizados de modo que os clientes não precisem sair dos seus veículos, proporcionando mais segurança e conforto, com resultados em até 1 hora, que serão encaminhados via Whatsapp.

Para mais informações, entrar contato por meio do número: 82 99693-9278.

ELEIÇÕES VÃO ACONTECER – Quem for candidato deve se afastar, alerta Adeilson Bezerra

Com a confirmação de que líderes partidários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal estão costurando um acordo para adiar as eleições municipais de outubro para o dia 6 de dezembro e o segundo turno para 20 de dezembro, em decorrência da pandemia da Covid-19, muitas conjecturas sobre a mudança no calendário eleitoral começaram a surgir nas redes sociais.

Da leitura da PEC se destacam três pontos fundamentais: 1.A inclusão de mais um artigo (115) nos ato das Disposições Constitucionais Transitórias onde expressa a excepcionalidade da mudança do dia das eleições; 2.A quebra do princípio da anterioridade da eleição que em seu  Art. 16 estabelece que a lei que alterar o processo eleitoral entrará em vigor na data de sua publicação, não se aplicando à eleição que ocorra até um ano da data de sua vigência; e 3.A delegação excepcional ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para  promover a revisão do calendário eleitoral e a proceder os ajustes na aplicação da legislação infraconstitucional.

Feitas essas observações, chamo atenção para o fato de que se a PEC realmente for necessária, só será aprovada final de junho ou início de julho. Até lá, todas as regras eleitorais estão vigentes; o que o TSE poderá alterar, segundo a PEC, são ajustes na legislação que inclui toda a burocracia do processo eleitoral. No tocante a data da convenção, o próprio TSE já admitiu que pode ser virtual, mas se houver consenso no Congresso esta data poderá ficar para agosto ou setembro.

Acesse a PEC aqui!

Entretanto, não se mudará a Lei Complementar 64/90 que disciplina os casos de desincompatibilização e afastamentos.  Quem for candidato deverá seguir os prazos já estabelecidos, até porque o direito eleitoral prima a isonomia entre os pré- candidatos, como por exemplo, há agentes públicos que já tiveram de se afastar em abril, outros terão que praticar o mesmo ato  agora em junho e julho, independentemente da questão excepcionalíssima de mudança da data da eleição. Assim, os partidos devem orientar os seus filiados a se guiarem pela lei vigente e não por conjunturas, afinal o jogo já começou.

  • Adeilson Bezerra é advogado e presidente estadual do PRTB

INTERIOR: Governo de Alagoas abre mais 24 leitos para tratar coronavírus em Palmeira dos Índios

Estrutura para tratar a doença será montada no Hospital Regional Santa Rita e na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município

O governo do Estado entrega nesta sexta-feira (29), em Palmeira dos Índios, 24 leitos exclusivos para tratamento de casos da Covid-19. Os equipamentos serão montados no Hospital Regional Santa Rita e na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município, localizado no Agreste de Alagoas.

Segundo a Superintendência de Atenção à Saúde da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), os leitos clínicos e de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) serão disponibilizados ao atendimento à população já a partir da próxima segunda-feira (1º junho).

O Hospital Santa Rita passará a contar com seis leitos de UTI e cinco clínicos. Já a UPA de Palmeira dos Índios terá oito leitos de UCI (Unidade de Cuidados Intermediários) e cinco clínicos, todos de uso exclusivos para tratamento de casos da Covid-19.

“Promovemos uma ampliação grande da rede de saúde no Estado nos últimos 60 dias. Entregamos cerca de mil novos leitos, dos quais 200 são leitos novos de UTI. Ou seja, mais do que dobramos o número de Unidades de Terapia Intensiva existentes em Alagoas antes da pandemia. Mas, seguimos precisando da colaboração do cidadão, que precisa manter as medidas de distanciamento social. Se muitas pessoas adoecerem ao mesmo tempo, mesmo com essa forte ampliação da rede, teremos dificuldade para atender a todos”, afirma Renan Filho.

CRAQUE! Ex-presidente do Barcelona quer Neymar novamente na Catalunha

Rosell diz que brasileiro é o 2º melhor do mundo, atrás só de Messi

Messi, Cristiano Ronaldo ou Neymar? Quem é o melhor jogador do mundo? Para o ex-presidente do Barcelona, Sandro Rosell, a resposta é Messi. Logo em seguida, vem o craque brasileiro. Em entrevista ao programa El Partidazo, da rádio espanhola Cope Madrid, Rosell afirma que, se fosse o atual mandatário do clube catalão, tentaria “repatriar” Neymar.

“Se eu fosse o presidente do Barcelona tentaria contratá-lo. Eu gosto muito dele, pra mim é o melhor jogador do mundo depois de Messi. Acho que é um jogador que encaixa perfeitamente com a filosofia do clube.

Neymar vem ganhando destaque nas páginas da imprensa europeia por, supostamente, ter negado a proposta de redução de seu salário. Isto poderia ser uma forma de pressionar o PSG a iniciar uma nova negociação com brasileiro para que ele possa retornar à Catalunha.

NOVOS TEMPOS! Parceria entre Seduc e Google cria 180 mil e-mails para professores e alunos de Alagoas

E-mail institucional permitirá acesso ilimitado a ferramentas para realização das atividades não presenciais

Uma parceria que veio para agregar e levar uma melhor experiência para os professores e alunos da rede estadual de Alagoas – principalmente durante a vigência do Regime Especial de Atividades Escolares Não Presenciais (REAENP) – e que propiciou a criação de 180 mil contas de e-mail institucionais para que professores e estudantes tenham acesso ilimitado aos recursos de uma das principais plataformas educacionais do mundo. Foi o que a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) anunciou nesta quinta-feira (28), em parceria com o Google for Education no Brasil – durante live transmitida nesta quinta-feira (28), no Youtube e Facebook.

A transmissão contou com a participação de Marcele Aline e Wellington Maciel, diretores de projetos educacionais da GetEdu, um dos parceiros oficiais da Google for Education no Brasil; do professor Ednaldo Firmino, coordenador do Espaço de Formação e Experimentação em Tecnologias para Professores (Efex) e de Thiago Cardoso, gerente de Infraestrutura de Tecnologia da informação da Seduc.

Na ocasião, o grupo conversou sobre o processo da parceria, sua importância e as possibilidades que as ferramentas oferecem para os alunos e professores. A transmissão pode ser acessada no canal do YouTube da Seduc (https://youtu.be/ev0Gb3VgEm4) e do Facebook (https://www.facebook.com/educacao.alagoas/videos/661213054458531/).

“Essa parceria vem a contribuir muito com os nossos alunos e professores, pois é uma possibilidade a mais para as atividades não presenciais, além dos laboratórios que já temos. Teremos o uso ilimitado de ferramentas para a realização de atividades colaborativas”, explica o professor Ednaldo Firmino, coordenador Efex.

Acesso ao e-mail – O cadastro para os professores e alunos terem acesso ao e-mail já pode ser feito e o link de acesso estará disponível por duas semanas. Quem perder o prazo para o cadastro deverá solicitar o acesso junto à escola.

Para solicitar o e-mail institucional que dará ingresso à plataforma foram disponibilizados dois sites, um para os professores e outro para os alunos. Os professores da rede estadual devem acessar o site https://sites.google.com/educ.al.gov.br/professor/ e realizar o cadastro com seu CPF e a data de nascimento para a receber as instruções e ter acesso ao e-mail institucional que será: nome@professor.educ.al.gov.br. Ainda no site, os professores encontrarão um guia de utilização das ferramentas e tutoriais para o melhor uso da plataforma.

Já os alunos devem acessar o site: https://sites.google.com/educ.al.gov.br/aluno/e, realizar o cadastro com o número da matrícula – que é disponibilizado pela escola – e a data de nascimento. Após o cadastro, o aluno receberá as instruções e ter acesso ao e-mail institucional que será: nome@aluno.educ.al.gov.br. No site, os alunos também terão acesso a um guia sobre a utilização das ferramentas, o que cada uma oferece e orientações para o uso responsável do e-mail institucional.

Marcele do GetEdu lembra que a plataforma conta com toda a segurança necessária e filtro de conteúdos e disponibilizará a alunos e professores um e-mail com acesso ilimitado a diversas ferramentas, a exemplo do Google Classroom, uma sala de aula virtual onde professores postam conteúdos que são prontamente devolvidos pelos estudantes.

“Os professores encontrarão as turmas já criadas, com os alunos enturmados. Já os alunos precisarão apenas verificar qual destas salas é a da sua turma”, explica.

Thiago informa que a Gerência de Infraestrutura de Tecnologia da informação da Seduc estará à disposição para o esclarecimento de dúvidas. “Para quem tiver dificuldade de acesso, recomendamos que comunique à escola ou entre em contato conosco pelo e-mail  suporte@educ.al.gov.br”, fala.

Vislumbrando o futuro – Durante a live, Marcele Aline e Wellington Maciel, explicaram aos espectadores como funciona a plataforma e as ferramentas do G Suíte, como drive, agenda, Google Meet, e outros.

“Percebemos que estas tecnologias têm uma receptividade boa por parte dos estudantes. Não há mais volta e, mesmo quando retornarmos à normalidade, com as aulas presenciais, o novo vai continuar e as tecnologias que foram utilizadas estarão incorporadas ao dia a dia da sala de aula. São tantas as facilidades e possibilidades que não tem por que deixar de usar”, observa Wellington Maciel.

Marcele compartilha da mesma opinião. “Estamos em um momento onde os professores tiveram que se redescobrir. É a hora de começar a transformar a educação com o uso da tecnologia, que é uma das competências abordadas pela BNCC. E o que trazemos hoje é algo que vai ser utilizado durante a vida inteira por meio das ferramentas que são utilizadas no mercado de trabalho”, aposta.

Organização – Como isolamento social e as aulas presenciais suspensas desde o dia 23 de março, a Seduc, Gerências Regionais de Educação (Geres) e unidades de ensino têm encontrado formas de manter a aprendizagem dos alunos e acompanhar a sua evolução. O acompanhamento é feito tanto por meio de plataformas digitais, quanto por meio material impresso entregue e recolhido pelos professores para a correção, quando o estudante não possui acesso à internet.